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O luto é uma resposta natural a uma perda significativa. Porém, como não somos educados para a morte, não sabemos como viver a experiência de finitude. Para algumas pessoas, o luto se torna um processo doloroso, penoso, com várias consequências psicológicas, comportamentais e fisiológicas. Uma delas é a ansiedade.

A ansiedade é um processo natural, que impulsiona o indivíduo a uma resposta de enfrentamento ou fuga de uma nova situação. Quando essa resposta fica constante e fora de controle, deixa de ser positiva e se transforma em uma patologia.

É sobre isso que vamos falar no encontro da próxima quarta-feira, às 10h, comandado pela psicóloga Karina Rocha, especialista em Saúde Mental e Perdas e Luto e fundadora do Grupo de Apoio ao Luto do Distrito Federal (GALDF).

Técnicas Aplicadas na Terapia de Perdas e Luto

Na psicoterapia de luto são aplicadas várias técnicas, de acordo com a abordagem seguida por cada psicólogo. O modelo seguido por Karina Rocha é o autoanálise psicanalítica, que tem como objetivo ensinar o paciente a se conhecer, percebendo seus processos de enfrentamento e fuga diante dos traumas e como enfrentá-los.

Outra técnica consiste na dessensibilização dos traumas experienciados no processo de luto. Essa técnica permite uma atuação profunda, que se inicia no consultório e continua fora dele, ajudando o indivíduo a lidar com seu sofrimento e dor. São utilizadas, também, técnicas de relaxamento e respiratórias, para que o enlutado consiga controlar a ansiedade excessiva.

Serviço:

A campanha A Vida Não Para é um grupo de apoio a pessoas enlutadas, criada pelo Crematório e Cemitério da Penitência e formado pela assistente social Márcia Torres e o psicólogo Paulo Victor Torres. As reuniões acontecem quinzenalmente, de 10h às 12h, e a participação é gratuita. Para saber mais ligue (21) 2580.6489.

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