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O que fazer com os pertences de quem se foi é o tema do nosso próximo encontro do projeto A Vida não Para. De acordo com a assistente social e coordenadora da campanha, Márcia Torres, há ainda muitos mitos a respeito desse assunto. “As pessoas partem do princípio de que se desfazer rapidamente dos objetos é o melhor. Mas não é bem assim. Despedir-se dos objetos é um momento precioso e que precisa ser respeitado. Cada um tem o tempo em que se sentirá pronto para isso”, comenta.

Márcia também afirma que é importante observar que as memórias de um ente que partiu não estão em objetos, mas sim dentro do coração. “Existem objetos que são significativos e não há nada errado em guardar alguns. Por outro lado, não é saudável deixar um quarto intacto por um longo tempo após a perda, por exemplo. Alguns objetos podem ser escolhidos para serem usados e outros podem ser cedidos a familiares que desejarem, pois a memória está viva”, finaliza.